MOVIN capta 10 bilhões de wons para transformar captura de movimento sem traje em dados de treino para robôs
A startup coreana MOVIN, cuja captura de movimento por LiDAR é usada pela Boston Dynamics e pelo RAI Institute para teleoperar e treinar robôs, fechou uma Série A de 10 bilhões de wons liderada pela IMM Investment. Sua base de clientes ainda está no entretenimento.
A MOVIN, startup coreana que transforma movimento humano em dados 3D com LiDAR e IA própria, fechou uma Série A de 10 bilhões de wons liderada pela IMM Investment, informaram The Elec e The Asia Business Daily em 3 de novembro. IBK Industrial Bank e Voyager Ventures entraram na rodada, e os investidores Atinum Investment, Naver D2SF e Schmidt voltaram a aportar. Em março de 2025, a MOVIN havia captado 4 bilhões de wons numa pré-Série A.
A rodada precifica a MOVIN como empresa de dados para robôs, embora o negócio tenha sido construído no entretenimento. O MOVIN TRACIN dispensa traje, marcadores e várias câmeras e faturou 1 bilhão de wons no mundo no primeiro ano, cerca de 70% fora da Coreia, com uma base de clientes formada em games, cinema e criadores virtuais, segundo o VentureSquare. O lado robótico é menor, mas bem posicionado: a Boston Dynamics e o RAI Institute usaram a tecnologia para teleoperar e treinar robôs, e um produto de aprendizado robótico, o MOVIN TRACIN R1, roda em instalações de parceiros.
Um dia antes, duas startups chinesas de dados para robôs anunciaram rodadas com outros métodos: a GenRobot grava pessoas com dispositivos vestíveis e a RoboScience aposta em simulação e vídeo. A MOVIN não pede que a pessoa vista nada. O dinheiro novo vai bancar um centro de P&D de cerca de 100 pyeong, uns 330 metros quadrados, para registrar pessoas junto com o espaço ao redor: dados multimodais para modelos de mundo.
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